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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Concurso Público para Turismólogo - NA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DO AMAZONAS
CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DE VAGAS
NA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DO AMAZONAS
EDITAL Nº 01/2012-SEC- AM, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012.
Link do concurso geral: http://www.isaeamazonia.org.br/concursos/cultura12
Link do edital: http://200.150.155.210/amsec2012/Divulgacao/Edital.pdf
Link do IBT - http://www.turismologos.org.br/noticia.asp?auto=1267
São 8 vagas e boa sorte!
NA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DO AMAZONAS
EDITAL Nº 01/2012-SEC- AM, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012.
Link do concurso geral: http://www.isaeamazonia.org.br/concursos/cultura12
Link do edital: http://200.150.155.210/amsec2012/Divulgacao/Edital.pdf
Link do IBT - http://www.turismologos.org.br/noticia.asp?auto=1267
São 8 vagas e boa sorte!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Ministério do Trabalho anuncia inserção do Turismólogo na CBO. Publicada em 24/01
Um ano e três meses após o protocolo número 40.000.021820/201016 que solicita inclusão do turismólogo na Classificação Brasileira de Ocupações - CBO realizado pelo Instituto Brasileiro de Turismólogos – IBT (www.turismologos.org.br/cbo.asp), é com grande satisfação que o Ministério do Trabalho e Emprego – MTE anuncia o início dos trabalhos com previsão de termino para fevereiro de 2012.
O IBT reuniu-se com o Ministro do Trabalho, Sr. Paulo Roberto dos Santos Pinto, no ultimo dia 16 de janeiro de 2012, onde foi apresentado o inicio dos trabalhos técnicos. Participaram da reunião a Chefe da Divisão da CBO, Sra. Cláudia Maria Virgílio de Carvalho Paiva e os Turismólogos filiados ao IBT: Débora Lentúlia, Rute Andrade Elias, Guilherme Matoso, Marcio Bensuaschi e Nei Bastos.
Para alcançar está conquista o IBT investiu mais de R$ 20 mil reais, utilizados em deslocamentos a Brasília, postagens, alimentação, hospedagem, envio de ofícios para senadores e deputados, entre outras despesas. Todo o recurso é oriundo da contribuição de filiados.
A previsão da conclusão dos trabalhos é para segunda quinzena de fevereiro deste ano, com imediato cadastramento do Turismólogo nas bases de dados como IBGE, Receita Federal, CAGED, Lista de Ocupações da Carteira de Trabalho, FGTS, entre outros.
O maior benefício virá por conta da iniciativa pública e privada, que utilizam a CBO para elaborar os planos de cargos e carreiras.
Agradecemos a união e o apoio recebido. Manteremos toda a categoria informada das próximas etapas.
Acesse no nosso Facebook o link para o anuncio feito pelo Ministério do Trabalho: http://www.facebook.com/IBTBr
Marcio Bensuaschi
Presidente IBT
O IBT reuniu-se com o Ministro do Trabalho, Sr. Paulo Roberto dos Santos Pinto, no ultimo dia 16 de janeiro de 2012, onde foi apresentado o inicio dos trabalhos técnicos. Participaram da reunião a Chefe da Divisão da CBO, Sra. Cláudia Maria Virgílio de Carvalho Paiva e os Turismólogos filiados ao IBT: Débora Lentúlia, Rute Andrade Elias, Guilherme Matoso, Marcio Bensuaschi e Nei Bastos.
Para alcançar está conquista o IBT investiu mais de R$ 20 mil reais, utilizados em deslocamentos a Brasília, postagens, alimentação, hospedagem, envio de ofícios para senadores e deputados, entre outras despesas. Todo o recurso é oriundo da contribuição de filiados.
A previsão da conclusão dos trabalhos é para segunda quinzena de fevereiro deste ano, com imediato cadastramento do Turismólogo nas bases de dados como IBGE, Receita Federal, CAGED, Lista de Ocupações da Carteira de Trabalho, FGTS, entre outros.
O maior benefício virá por conta da iniciativa pública e privada, que utilizam a CBO para elaborar os planos de cargos e carreiras.
Agradecemos a união e o apoio recebido. Manteremos toda a categoria informada das próximas etapas.
Acesse no nosso Facebook o link para o anuncio feito pelo Ministério do Trabalho: http://www.facebook.com/IBTBr
Marcio Bensuaschi
Presidente IBT
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O olhar de Verissimo sobre o BBB
"Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Luis Fernando Veríssimo
É cronista e escritor brasileiro
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails."
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Luis Fernando Veríssimo
É cronista e escritor brasileiro
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails."
Salão do Turismo é cancelado este ano pelo MTur
Brasília, 01.02.2012 - Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação do Ministério do Turismo acaba de confirmar durante a primeira reunião do ano do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur), que acontece em Brasília, que o Salão do Turismo Roteiros do Brasil que seria realizado em julho, em São Paulo, não ocorrerá mais este ano. "Está confirmado. Não teremos o Salão porque é um ano eleitoral, além da Rio+20 e não haverá tempo hábil para a realização do mesmo", informou. Moesch confirmou que o evento volta a ser realizado normalmente em 2013 em data a ser definida.
O fator que pesou mesmo para o cancelamento foi a decisão da presidente Dilma Rousseff de convocar o MTur para realizar ações no Rio de Janeiro em junho, durate a Rio+20 destacando temas voltados para a sustentabilidade. Segundo Isabel Barnasque, coordenadora do Salão, seria impossível realizar as duas ações em tão curto espaço de tempo. "Seria impossível preparar estes dois eventos e a presidenta Dilma Rousseff nos pediu prioridade para a Rio+20", destacou ela.
A secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Bel Mesquita, confirmou que até o final de abril estará lançando o edital do Salão de Turismo de 2013. "Não sabemos se ele será mantido em julho. Posso garantir que a interrupção do evento não irá prejudicar o Programa de Regionalização do Turismo, pois as ações terão continuidade", adiantou.Segundo ela o modelo do Salão vai mudar e para isso haverá uma discussão com os estados. Ela confirmou que a ideia do MTur será realizar o Salão apenas de dois em dois anos. "Nos anos alternativos vamos discutir a criação de um outro evento como vai acontecer este ano com a Rio + 20", adiantou.
Antes mesmo de saber da decisão do MTur, Domingos Leonelli, presidente do Fornatur manifestou sua preocupação com o cancelamento do Salão. "Não é bom que isso ocorra pois se cria um hiato de dois anos entre os eventos e lembro que o Salão é a principal vitrine do turismo brasileiro para o público e uma oportunidade de divulgar os destinos. É lamentavel que isso venha a ocorrer", adiantou.
Fonte:http://www.conta1mail.com.br/preview_htm.php?id_cmp=341640&idem=49871&iu=656
O fator que pesou mesmo para o cancelamento foi a decisão da presidente Dilma Rousseff de convocar o MTur para realizar ações no Rio de Janeiro em junho, durate a Rio+20 destacando temas voltados para a sustentabilidade. Segundo Isabel Barnasque, coordenadora do Salão, seria impossível realizar as duas ações em tão curto espaço de tempo. "Seria impossível preparar estes dois eventos e a presidenta Dilma Rousseff nos pediu prioridade para a Rio+20", destacou ela.
A secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Bel Mesquita, confirmou que até o final de abril estará lançando o edital do Salão de Turismo de 2013. "Não sabemos se ele será mantido em julho. Posso garantir que a interrupção do evento não irá prejudicar o Programa de Regionalização do Turismo, pois as ações terão continuidade", adiantou.Segundo ela o modelo do Salão vai mudar e para isso haverá uma discussão com os estados. Ela confirmou que a ideia do MTur será realizar o Salão apenas de dois em dois anos. "Nos anos alternativos vamos discutir a criação de um outro evento como vai acontecer este ano com a Rio + 20", adiantou.
Antes mesmo de saber da decisão do MTur, Domingos Leonelli, presidente do Fornatur manifestou sua preocupação com o cancelamento do Salão. "Não é bom que isso ocorra pois se cria um hiato de dois anos entre os eventos e lembro que o Salão é a principal vitrine do turismo brasileiro para o público e uma oportunidade de divulgar os destinos. É lamentavel que isso venha a ocorrer", adiantou.
Fonte:http://www.conta1mail.com.br/preview_htm.php?id_cmp=341640&idem=49871&iu=656
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Capitão Covarde: eis nosso admirável mundo novo "sexualmente emancipado"
Foto:Capitão Schettino disse que a empresa insistiu para ele se aproximar da costa‘Assim que vi o navio se inclinando, saí’
Num vídeo, Michael Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes.
Muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos? Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.
O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?
Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.
Foto:Costa Concordia, que naufragou no último dia 13 de janeiro em frente à ilha italiana de Giglio, confirmou o chefe de Defesa Civil, Franco Gabrielle.
Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.
Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.
Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.
Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologeta católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.
Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adotar o modelo feminista. Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objetos.
Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.
O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres. Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.
Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa. Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B. O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objetos.
Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantem os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objetos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade? Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por ações legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?< /p>
Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.
Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres. A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.
Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.
Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.
A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.
“Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.
Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas. O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”
Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.
Escrito por Hillary White | 25 Janeiro 2012
Artigos - Cultura
Enexos e nova arrumação: Reini Motta.
Num vídeo, Michael Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes.
Muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos? Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.
O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?
Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.
Foto:Costa Concordia, que naufragou no último dia 13 de janeiro em frente à ilha italiana de Giglio, confirmou o chefe de Defesa Civil, Franco Gabrielle.
Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.
Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.
Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.
Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologeta católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.
Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adotar o modelo feminista. Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objetos.
Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.
O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres. Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.
Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa. Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B. O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objetos.
Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantem os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objetos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade? Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por ações legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?< /p>
Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.
Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres. A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.
Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.
Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.
A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.
“Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.
Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas. O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”
Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.
Escrito por Hillary White | 25 Janeiro 2012
Artigos - Cultura
Enexos e nova arrumação: Reini Motta.
domingo, 8 de janeiro de 2012
“As 10 estratégias de manipulação”, vide BBB
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Fonte: http://www.institutojoaogoulart.org.br
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Concurso Público Turismólogo Prefeitura de Macaé, RJ
Concurso Público Turismólogo Prefeitura de Macaé, RJ
Concurso público da Prefeitura Municipal de Macaé, no estado do Rio de Janeiro.
Remuneração R$ 2.367,82 com carga horária de 20 horas semanais.
Inscrições de 10 a 25 de janeiro de 2012..
Edital e demais informações acesse o canal de noticias em www.turismologos.org.br
Concurso público da Prefeitura Municipal de Macaé, no estado do Rio de Janeiro.
Remuneração R$ 2.367,82 com carga horária de 20 horas semanais.
Inscrições de 10 a 25 de janeiro de 2012..
Edital e demais informações acesse o canal de noticias em www.turismologos.org.br
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Aprovada exigência de curso superior para turismólogo
O Plenário aprovou as emendas da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 290/01, de autoria do ex-senador e hoje deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO), que exige curso superior para o exercício da profissão de turismólogo, entre outras normas que estabelece para a profissão. Parecer da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) sobre as emendas, elaborado pelo também ex-senador Geraldo Mesquita Júnior (AC), foi favorável à sua aprovação. A proposição segue agora para a sanção presidencial.
O projeto estabelece que a profissão de turismólogo será exercida por pessoas diplomadas em curso superior de Turismo ou Hotelaria, no Brasil, ou em cursos superiores equivalentes frequentados no exterior. Permite, porém, que pessoas que exerceram a profissão ininterruptamente nos últimos cinco anos possam continuar a nela trabalhar. Determina ainda que o exercício da profissão de turismólogo requer registro em órgão federal competente.
A principal alteração feita pela Câmara dos Deputados retira a exigência de contrato de trabalho para o exercício da profissão. Para o relator, essa exigência "é desnecessária, a rigor, disposição legal que unicamente se limite à maneira pela qual o profissional poderá trabalhar".
Outra emenda deixa de caracterizar como "específicas" do turismólogo as atividades arroladas na proposição. Para o relator, o fato é positivo, pois algumas delas "podem ser exercidas por profissionais com outras qualificações", tais como: "desenvolver e comercializar novos produtos turísticos"; "planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas"; e "lecionar em estabelecimento de ensino técnico ou superior".
FONTE: http://www.senado.gov.br/noticias/aprovada-exigencia-de-curso-superior-para-turismologo.aspx
O projeto estabelece que a profissão de turismólogo será exercida por pessoas diplomadas em curso superior de Turismo ou Hotelaria, no Brasil, ou em cursos superiores equivalentes frequentados no exterior. Permite, porém, que pessoas que exerceram a profissão ininterruptamente nos últimos cinco anos possam continuar a nela trabalhar. Determina ainda que o exercício da profissão de turismólogo requer registro em órgão federal competente.
A principal alteração feita pela Câmara dos Deputados retira a exigência de contrato de trabalho para o exercício da profissão. Para o relator, essa exigência "é desnecessária, a rigor, disposição legal que unicamente se limite à maneira pela qual o profissional poderá trabalhar".
Outra emenda deixa de caracterizar como "específicas" do turismólogo as atividades arroladas na proposição. Para o relator, o fato é positivo, pois algumas delas "podem ser exercidas por profissionais com outras qualificações", tais como: "desenvolver e comercializar novos produtos turísticos"; "planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas"; e "lecionar em estabelecimento de ensino técnico ou superior".
FONTE: http://www.senado.gov.br/noticias/aprovada-exigencia-de-curso-superior-para-turismologo.aspx
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Igreja de São Francisco de Assis - Ouro Preto/MG
Este é o site para votar nas 7 maravilhas da estrada real que o instituto estrada real está promovendo. A minha luta é para incluir o restante deste patrimônio dentro da valoração estrutural da memória coletiva, mesmo que inconsciente.
O meu voto foi para a Igreja de São Francisco de Assis - Ouro Preto/MG, local onde fiquei impressionado pela incorporação deste patrimônio a minha percepção do local. Simplesmente linda!
Segue o site para participar; http://www.institutoestradareal.com.br/
Bom voto!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Novo Ministro do Trabalho agenda audiência com Instituto Turismólogos.
O empossado ministro do trabalho Sr. Paulo Roberto dos Santos Pinto, em seu terceiro dia de mandato agendou audiência com o Instituto Brasileiro de Turismólogos para a próxima quinta-feira, 15 de dezembro em Brasília.
Na pauta, a “Inclusão dos Turismólogos na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO”, mobilização que cada vez mais conta com apoio de mais bacharéis em turismo de todo o país. O IBT vai propor uma agenda e cobrar ações práticas para o referido pleito.
Quem é Paulo Roberto dos Santos Pinto? O ministro interino é um pedetista de 39 anos, nascido em Nova Friburgo (RJ), é servidor de carreira do Banco do Brasil e acumula função de secretario-executivo do Mte.
Na pauta, a “Inclusão dos Turismólogos na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO”, mobilização que cada vez mais conta com apoio de mais bacharéis em turismo de todo o país. O IBT vai propor uma agenda e cobrar ações práticas para o referido pleito.
Quem é Paulo Roberto dos Santos Pinto? O ministro interino é um pedetista de 39 anos, nascido em Nova Friburgo (RJ), é servidor de carreira do Banco do Brasil e acumula função de secretario-executivo do Mte.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Nasa alerta para erupções solares da "tempestade enorme espaço" irá causar devastação
Já publiquei sobre este tema e não é ruim repetir, pois o caos será inevitável. Interesse? Segue abaixo uma das fontes.
Fonte:http://www.telegraph.co.uk/science/space/7819201/Nasa-warns-solar-flares-from-huge-space-storm-will-cause-devastation.html
domingo, 4 de dezembro de 2011
Estrada Real - de Jacobina a Rio de Contas
Estrada Real - de Jacobina a Rio de Contas
A Estrada Real tem três trechos: a) O Caminho Velho que liga Paraty (RJ) a Ouro Preto (MG); b) O Caminho Novo que liga Ouro Preto a Rio de Janeiro e c); O Caminho dos Diamantes que liga Ouro Preto (MG) a Chapada Diamantina (BA), além de outro trecho que foi aberto para o desvio dos minerais que ficou conhecido como “descaminho”, sendo responsável pelo extravio de toneladas ilegais de ouro. Pela rota baiana, passavam também gêneros alimentícios que saíam das grandes fazendas de criação de gado, das localidades do Rio São Francisco (BA), com destino aos povoados e vilas mineradoras que estavam sendo fundadas na região de Minas Gerais.
Bem próximo à sede do município, tínhamos dois resquícios da Estrada Real, um era o calçamento em pedras na ladeira ao chegar a Itaitu, que foi removida quando o prefeito Carlos Daltro (Carlito), resolveu fazer algumas obras naquela localidade e removeu a história do Brasil, da Bahia e de Jacobina. Próximo ao balneário Sombra e Água Fresca, na estrada boiadeira, tínhamos outro resquício em pedras, graças a administração atual, que ao licenciar as obras do esgotamento sanitário da cidade que terá as lagoas de decantação naquela região, permitiu a construtora Sobrado a remover parte de uma história.
Restam-nos ainda dois trechos da Estrada Real próximo à sede do município, um é uma estrada bem antiga que liga a BR a Itaitu passando pelas ruínas de uma igreja. Esta estrada deixou de ser usada quando foi construída a estrada atual (por isso que está preservada). O outro resquício da Estrada Real e talvez o mais importante que nos resta é o Gogó da Gata no Tombador Velho ou Tombador do Araújo, no território da Bacia Hidrográfica do rio Salitre.
Com a exploração literalmente do arenito nas Serras do Tombador e com o movimento de veículos das empresas para instalação de torres de medição para a energia eólica, estão acabando com o maior resquício da Estrada Real na Bahia. Para conhecer melhor a história do Araújo me assessorei de Raphael Maia, filho do vaqueiro Hugo Maia que viveu quase 90 anos naquela região, principalmente na localidade conhecida como Mutuca.
Saindo de Jacobina chegamos à comunidade do Araújo, onde tem ainda vários casarões e uma linda Igreja. Logo após a comunidade, começa a subida para o Tombador do Araújo que já foram removidas todas as pedras, perto do local conhecido por Gogó da Gata é que ainda encontramos a Estrada Real que vem sendo criminosamente destruída pelo tráfego de caminhões pesados naquela preciosidade.
Quantos municípios queriam ter uma relíquia daquela para viver de vender turismo? Jacobina tem e já destruiu dois trechos e agora inicia a destruição do maior trecho da Estrada Real. Não podemos permitir o que vem acontecendo, ao ouvir Raphael Maia e outros moradores que nasceram naquela região, sentimos a tristeza e a aflição de verem aquele trecho da Estrada Real sendo dilapidado com o processo de circulação de veículos pesados fazendo o transporte do arenito do Tombador por aquela relíquia de estrada. Ainda não tenho netos, mas gostaria muito de levá-los lá quando for premiado com esta dádiva e explicar a eles que Jacobina faz parte da história do Brasil colonial, principalmente na história aurífera do Brasil.
Estrada tão velha que nas narrativas de Antônio Guedes de Brito ao fazer a declaração de seus bens e da administração de suas sesmarias ao magistrado Sebastião Cardoso de Sampaio em 1677, nos fala da abertura de estradas “pelo norte” entre os rios Jacuípe e Itapicuru até Jacobina e desta até Cachoeira, a procura de lugares para estabelecer seus currais.
As Estradas Reais no Brasil, segundo Márcio Santos - pesquisador de rotas históricas e autor de Estradas Reais: introdução ao estudo dos caminhos do ouro e do diamante no Brasil - durante muito tempo, foram as únicas vias autorizadas de acesso à região das reservas auríferas e diamantíferas em Minas Gerias e na Bahia.
O Programa ESTRADA REAL, criado pelo Governo do Estado de Minas Gerais e Sistema FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, através do Instituto ESTRADA REAL, é uma rota turística de interesse internacional que atravessa uma das mais belas regiões do Brasil, interligando cidades históricas e o patrimônio natural, cultural, artístico e arquitetônico de quatro estados Brasileiros: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. As ações para a consolidação deste programa foram iniciadas nos três primeiros estados, abrangendo 177 municípios em 1.400 km de percurso.
Na Bahia, a ESTRADA REAL abrange um total aproximado de mil quilômetros de extensão que interligam 42 municípios, sendo 28 na zona turística da Chapada Diamantina e 14 na Baía de Todos os Santos.
O professor e historiador Lauro Adolfo conta que no século XVIII, Jacobina e Rio de Contas eram os maiores produtores de ouro na Bahia. A fim de cobrar o quinto de todo o mineral extraído, o rei de Portugal determinou a Pedro Barbosa Leal, que já edificara as vilas de Jacobina, no Saí, e Rio de Contas, no sopé da serra das Almas, a tarefa de abertura da estrada de ligação dessas duas vilas mineradoras, por onde, mais rapidamente, se deveria deslocar o ouro extraído.
Leal concluiu sua obra em 1725, como atesta a carta do vice-rei e capitão-general do Brasil, Conde Sabugosa, Vasco Fernandes César de Menezes ao rei D. João V, para dar conta da abertura de um caminho de ligação de Jacobina ao Rio de Contas e da criação de uma vila para cobrar e arrecadar os quintos das minas. Portanto, a cobrança do quinto e o efetivo escoamento do ouro com a segurança e a rapidez possíveis. Por ter sido uma obra determinada pelo rei de Portugal, a primeira estrada aberta no interior da Bahia, ligando as duas minas, ficou conhecida como Estrada Real.
Na construção das estradas coloniais, em geral, utilizavam-se técnicas rudimentares, apenas de terraplanagem de uma estreita faixa, para o deslocamento, sem embaraços, de cavaleiros e tropas. O sertanista Joaquim de Quaresma Delgado, empreendeu uma viagem por essa estrada que caracterizada pelos detalhes, permite identificar praticamente todo o seu curso e a maioria das referências geográficas, das fazendas e povoações, dos caminhos vicinais. Trata-se, pois, de preciosa fonte para o estudo da história colonial da Capitania da Bahia, em particular das regiões mineradoras de Jacobina e Rio de Contas.
Roteiro empreendido por Joaquim Quaresma Delgado, respeitando-se a grafia original.
Da Jacobina à Fazenda da Mutuca. Da Jacobina à Lagoa dos Padres da Missão da Jacobina uma légua, desta ao pé das serras do Tombadouro2 2 léguas e aqui está uma casa com sua roça desta acima do Tombadouro ao Sorvedouro um quarto de légua e está um poço formado da natureza, cujo fim não se tem ainda vasado e está a direita da estrada debaixo de umas árvores que o cobrem, desate à fazenda de gado cavalar por nome a Mutuca um quarto de légua e fica esta a parte esquerda da estrada. Tem água e pastos.
OJatubá3, fazenda do dito gado e 2 léguas. Das Mutuca ao Jatobá há 2 léguas e fica esta em direitura da estrada, tem pastos e água pela banda detrás da fazenda à parte do sudoeste.
Ao meio da Catinga das Flores4 4 léguas. De Jatobá ao meio da Catinga das Flores há 4 léguas, não tem pasto nem água em toda a jornada, somente aqui tem algum pasto antes de chegar a uma porteira que aqui tem e por força se deve fazer esta viagem.
Da fazenda das Flores à fazenda da Volta e o rio Jacuipe5. Das porteiras ao meio da catinga a fazenda das Flores duas léguas, desta à fazenda da Volta pouco menos de 1 légua e mais adiante cousa de meio quarto de légua rancho ao pé do rio Jacuípe. Estas duas fazendas criam gado cavalar e em qualquer delas se pode arranchar por ter pasto e água.
A fazenda do Coronel das Estradas João Peixoto6, distrito já do Morro do Chapéu7 4. Do rio Jacuípe à fazenda do coronel João Peixoto há 4 léguas e não há água, mas não falta pasto, mas é conveniente ir a dita fazenda que tem água e pastos e cria gado vacum e cavalar.
Á Boca da Catinga. Desta fazenda à Boca da Catinga são 2 léguas e 1 quarto aqui à parte esquerda fica o Morro do Chapéu e entre ele e o rancho que é ao pé da estrada de uma catinga, fica aguada em um alagadiço.
A Lagoinha 3. Da Boca da Catinga em distancia de 1 légua, descendo para baixo, se dá em uma várzea que em tempo de água há de ter água e bons pastos mas agora não tem e d´aqui uma légua se dá uma várzea grande que aqui chamam Lagoinha e fica a parte direita da estrada ao despedir de uma catinga baixa e aqui se vê o rancho também a parte direita mais agora não tem nem uma coisa nem outra e por força se há de descansar aqui.
Ao Riacho das Pedras9 cinco léguas. Desta Lagoa Riacho das Pedras há cinco léguas e aqui descendo para baixo em uma varzinha como Riacho ao pé a parte direita e o Rancho debaixo de uma grande árvore. Aqui tem pasto e água, mas agora na seca tem água em Caldeirão e pasto nenhum, mas quando o tem se vai por um caminho que fica para a parte do sul pela catinga dentro e um bocado de caminho que fica para a parte do sul pela catinga dentro e um bocado de caminho se dá em cima de um monte sem mato aonde cria capim.
A estrada prossegue passando por várias localidades que depois se tornariam municípios, mas optamos encerrar a descrição até aqui, pois nosso objetivo é descrever a história de Morro do Chapéu, portanto a estrada chegou ao limite do município com Cafarnaum.
1 Pedro Barbosa Leal, baiano, filho de um coronel de ordenança homônimo e de Antônia Maria de Vasconcelos, capitão de infantaria em 1691, senhor de engenho, sesmeiro entre os rios Sergipe e Japaracuba. Por determinação do governador geral João de Lancastre (1694-1702), procurou Belchior da Fonseca Saraiva, o Moribeca, para se informar sobre minas de prata que o seu bisavô teria descoberto no interior da Bahia. Com pequena expedição, palmilhou os montes de Picaraçá e Jacobina, até as margens do São Francisco, onde descobrira ametistas e salitre. De Itabaiana regressou a Salvador. Em 1697, voltou a Jacobina, depois de nomeado por Lancastre administrador do salitre de Curaçá, onde permaneceu até 1702. no ano seguinte, descobriu ouro em Jacobina e, em seguida, acompanhou Lancastre em inspeção à fábrica de salitre de Curaçá. Decepcionado por não conseguir sesmarias no rio de São Francisco, pleiteou e obteve terras entre o rio Doce e Itacambira onde pesquisou minerais e guerreou contra populações nativas. Por determinação do vice-rei, em 1720 edificou Jacobina, em 1724, Rio de Contas, e em 1725, a estrada de interligação dessas vilas pioneiras nos sertões da Bahia. Nesse mesmo ano, comunicou ao vice-rei Vasco Fernandes César de Menezes (1720-1736), a descoberta por Antônio Carlos Pinto, das minas do rio Paramirim (FRANCO, 1989:207).
2 Ramificação da cordilheira do Espinhaço que atravessa o município de Jacobina de norte a sul, no qual se desenvolveu a atual povoação de Tombadouro do Araújo.
3 Atual povoado de Praça do Jatobá, na serra do Tombadouro, nascente do Itapicuru-Mirim.
4 Atual povoado de Flores, no município de Morro do Chapéu.
5 Curso d´água que nasce nas cercanias de Morro do Chapéu e deságua na Bahia de Todos os Santos.
6 João Peixoto Viegas, neto do português de Viana do Castelo, de nome idêntico, e Bárbara Fernandes; filho de Francisco de Sá Peixoto e Ângela Bezerra. Combateu índios no Paraguaçu com Antônio Veloso da Silva e Francisco Alves Correia, em 1727, quando se feriram no ataque à aldeia de João Amaro. Cinco anos depois, com André da Rocha Pinto e Manoel Queiroz Sampaio explorou ouro em Rio de Contas (CALMON, 1985: 491-494; FRANCO, 1989:438).
7 Município criado em 1864, com território da freguesia de N. S. das Graças do Morro do Chapéu, desmembrado de Jacobina e da freguesia de N. S. da Conceição de Mundo Novo, que se emancipou de Monte Alegre, atual Mairi. Em 1880, a freguesia de Mundo Novo se reincorporou a Monte Alegre.
8 Povoação do município de Morro do Chapéu, limítrofes do atual município de Cafarnaum.
9 Atual povoado de Lagoa das Pedras, no município de Cafarnaum.
Fontes: http://hfnoticias.blogspot.com/2011/05/lauro-adolfo-historia-de-morro-do_31.html
Raphael Rodrigues Vieira Filho em: Jacobina na visão de cronistas, viajantes e cartógrafos
Raphael Maia: Filho do vaquei Hugo Maia autêntico griô (contador de histórias) que viveu quase 90 anos transitando por aquela estrada e passou para seu filho muitas histórias.
ps: fotos by almacks luiz silva.
A Estrada Real tem três trechos: a) O Caminho Velho que liga Paraty (RJ) a Ouro Preto (MG); b) O Caminho Novo que liga Ouro Preto a Rio de Janeiro e c); O Caminho dos Diamantes que liga Ouro Preto (MG) a Chapada Diamantina (BA), além de outro trecho que foi aberto para o desvio dos minerais que ficou conhecido como “descaminho”, sendo responsável pelo extravio de toneladas ilegais de ouro. Pela rota baiana, passavam também gêneros alimentícios que saíam das grandes fazendas de criação de gado, das localidades do Rio São Francisco (BA), com destino aos povoados e vilas mineradoras que estavam sendo fundadas na região de Minas Gerais.
Bem próximo à sede do município, tínhamos dois resquícios da Estrada Real, um era o calçamento em pedras na ladeira ao chegar a Itaitu, que foi removida quando o prefeito Carlos Daltro (Carlito), resolveu fazer algumas obras naquela localidade e removeu a história do Brasil, da Bahia e de Jacobina. Próximo ao balneário Sombra e Água Fresca, na estrada boiadeira, tínhamos outro resquício em pedras, graças a administração atual, que ao licenciar as obras do esgotamento sanitário da cidade que terá as lagoas de decantação naquela região, permitiu a construtora Sobrado a remover parte de uma história.
Restam-nos ainda dois trechos da Estrada Real próximo à sede do município, um é uma estrada bem antiga que liga a BR a Itaitu passando pelas ruínas de uma igreja. Esta estrada deixou de ser usada quando foi construída a estrada atual (por isso que está preservada). O outro resquício da Estrada Real e talvez o mais importante que nos resta é o Gogó da Gata no Tombador Velho ou Tombador do Araújo, no território da Bacia Hidrográfica do rio Salitre.
Com a exploração literalmente do arenito nas Serras do Tombador e com o movimento de veículos das empresas para instalação de torres de medição para a energia eólica, estão acabando com o maior resquício da Estrada Real na Bahia. Para conhecer melhor a história do Araújo me assessorei de Raphael Maia, filho do vaqueiro Hugo Maia que viveu quase 90 anos naquela região, principalmente na localidade conhecida como Mutuca.
Saindo de Jacobina chegamos à comunidade do Araújo, onde tem ainda vários casarões e uma linda Igreja. Logo após a comunidade, começa a subida para o Tombador do Araújo que já foram removidas todas as pedras, perto do local conhecido por Gogó da Gata é que ainda encontramos a Estrada Real que vem sendo criminosamente destruída pelo tráfego de caminhões pesados naquela preciosidade.
Quantos municípios queriam ter uma relíquia daquela para viver de vender turismo? Jacobina tem e já destruiu dois trechos e agora inicia a destruição do maior trecho da Estrada Real. Não podemos permitir o que vem acontecendo, ao ouvir Raphael Maia e outros moradores que nasceram naquela região, sentimos a tristeza e a aflição de verem aquele trecho da Estrada Real sendo dilapidado com o processo de circulação de veículos pesados fazendo o transporte do arenito do Tombador por aquela relíquia de estrada. Ainda não tenho netos, mas gostaria muito de levá-los lá quando for premiado com esta dádiva e explicar a eles que Jacobina faz parte da história do Brasil colonial, principalmente na história aurífera do Brasil.
Estrada tão velha que nas narrativas de Antônio Guedes de Brito ao fazer a declaração de seus bens e da administração de suas sesmarias ao magistrado Sebastião Cardoso de Sampaio em 1677, nos fala da abertura de estradas “pelo norte” entre os rios Jacuípe e Itapicuru até Jacobina e desta até Cachoeira, a procura de lugares para estabelecer seus currais.
As Estradas Reais no Brasil, segundo Márcio Santos - pesquisador de rotas históricas e autor de Estradas Reais: introdução ao estudo dos caminhos do ouro e do diamante no Brasil - durante muito tempo, foram as únicas vias autorizadas de acesso à região das reservas auríferas e diamantíferas em Minas Gerias e na Bahia.
O Programa ESTRADA REAL, criado pelo Governo do Estado de Minas Gerais e Sistema FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, através do Instituto ESTRADA REAL, é uma rota turística de interesse internacional que atravessa uma das mais belas regiões do Brasil, interligando cidades históricas e o patrimônio natural, cultural, artístico e arquitetônico de quatro estados Brasileiros: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. As ações para a consolidação deste programa foram iniciadas nos três primeiros estados, abrangendo 177 municípios em 1.400 km de percurso.
Na Bahia, a ESTRADA REAL abrange um total aproximado de mil quilômetros de extensão que interligam 42 municípios, sendo 28 na zona turística da Chapada Diamantina e 14 na Baía de Todos os Santos.
O professor e historiador Lauro Adolfo conta que no século XVIII, Jacobina e Rio de Contas eram os maiores produtores de ouro na Bahia. A fim de cobrar o quinto de todo o mineral extraído, o rei de Portugal determinou a Pedro Barbosa Leal, que já edificara as vilas de Jacobina, no Saí, e Rio de Contas, no sopé da serra das Almas, a tarefa de abertura da estrada de ligação dessas duas vilas mineradoras, por onde, mais rapidamente, se deveria deslocar o ouro extraído.
Leal concluiu sua obra em 1725, como atesta a carta do vice-rei e capitão-general do Brasil, Conde Sabugosa, Vasco Fernandes César de Menezes ao rei D. João V, para dar conta da abertura de um caminho de ligação de Jacobina ao Rio de Contas e da criação de uma vila para cobrar e arrecadar os quintos das minas. Portanto, a cobrança do quinto e o efetivo escoamento do ouro com a segurança e a rapidez possíveis. Por ter sido uma obra determinada pelo rei de Portugal, a primeira estrada aberta no interior da Bahia, ligando as duas minas, ficou conhecida como Estrada Real.
Na construção das estradas coloniais, em geral, utilizavam-se técnicas rudimentares, apenas de terraplanagem de uma estreita faixa, para o deslocamento, sem embaraços, de cavaleiros e tropas. O sertanista Joaquim de Quaresma Delgado, empreendeu uma viagem por essa estrada que caracterizada pelos detalhes, permite identificar praticamente todo o seu curso e a maioria das referências geográficas, das fazendas e povoações, dos caminhos vicinais. Trata-se, pois, de preciosa fonte para o estudo da história colonial da Capitania da Bahia, em particular das regiões mineradoras de Jacobina e Rio de Contas.
Roteiro empreendido por Joaquim Quaresma Delgado, respeitando-se a grafia original.
Da Jacobina à Fazenda da Mutuca. Da Jacobina à Lagoa dos Padres da Missão da Jacobina uma légua, desta ao pé das serras do Tombadouro2 2 léguas e aqui está uma casa com sua roça desta acima do Tombadouro ao Sorvedouro um quarto de légua e está um poço formado da natureza, cujo fim não se tem ainda vasado e está a direita da estrada debaixo de umas árvores que o cobrem, desate à fazenda de gado cavalar por nome a Mutuca um quarto de légua e fica esta a parte esquerda da estrada. Tem água e pastos.
OJatubá3, fazenda do dito gado e 2 léguas. Das Mutuca ao Jatobá há 2 léguas e fica esta em direitura da estrada, tem pastos e água pela banda detrás da fazenda à parte do sudoeste.
Ao meio da Catinga das Flores4 4 léguas. De Jatobá ao meio da Catinga das Flores há 4 léguas, não tem pasto nem água em toda a jornada, somente aqui tem algum pasto antes de chegar a uma porteira que aqui tem e por força se deve fazer esta viagem.
Da fazenda das Flores à fazenda da Volta e o rio Jacuipe5. Das porteiras ao meio da catinga a fazenda das Flores duas léguas, desta à fazenda da Volta pouco menos de 1 légua e mais adiante cousa de meio quarto de légua rancho ao pé do rio Jacuípe. Estas duas fazendas criam gado cavalar e em qualquer delas se pode arranchar por ter pasto e água.
A fazenda do Coronel das Estradas João Peixoto6, distrito já do Morro do Chapéu7 4. Do rio Jacuípe à fazenda do coronel João Peixoto há 4 léguas e não há água, mas não falta pasto, mas é conveniente ir a dita fazenda que tem água e pastos e cria gado vacum e cavalar.
Á Boca da Catinga. Desta fazenda à Boca da Catinga são 2 léguas e 1 quarto aqui à parte esquerda fica o Morro do Chapéu e entre ele e o rancho que é ao pé da estrada de uma catinga, fica aguada em um alagadiço.
A Lagoinha 3. Da Boca da Catinga em distancia de 1 légua, descendo para baixo, se dá em uma várzea que em tempo de água há de ter água e bons pastos mas agora não tem e d´aqui uma légua se dá uma várzea grande que aqui chamam Lagoinha e fica a parte direita da estrada ao despedir de uma catinga baixa e aqui se vê o rancho também a parte direita mais agora não tem nem uma coisa nem outra e por força se há de descansar aqui.
Ao Riacho das Pedras9 cinco léguas. Desta Lagoa Riacho das Pedras há cinco léguas e aqui descendo para baixo em uma varzinha como Riacho ao pé a parte direita e o Rancho debaixo de uma grande árvore. Aqui tem pasto e água, mas agora na seca tem água em Caldeirão e pasto nenhum, mas quando o tem se vai por um caminho que fica para a parte do sul pela catinga dentro e um bocado de caminho que fica para a parte do sul pela catinga dentro e um bocado de caminho se dá em cima de um monte sem mato aonde cria capim.
A estrada prossegue passando por várias localidades que depois se tornariam municípios, mas optamos encerrar a descrição até aqui, pois nosso objetivo é descrever a história de Morro do Chapéu, portanto a estrada chegou ao limite do município com Cafarnaum.
1 Pedro Barbosa Leal, baiano, filho de um coronel de ordenança homônimo e de Antônia Maria de Vasconcelos, capitão de infantaria em 1691, senhor de engenho, sesmeiro entre os rios Sergipe e Japaracuba. Por determinação do governador geral João de Lancastre (1694-1702), procurou Belchior da Fonseca Saraiva, o Moribeca, para se informar sobre minas de prata que o seu bisavô teria descoberto no interior da Bahia. Com pequena expedição, palmilhou os montes de Picaraçá e Jacobina, até as margens do São Francisco, onde descobrira ametistas e salitre. De Itabaiana regressou a Salvador. Em 1697, voltou a Jacobina, depois de nomeado por Lancastre administrador do salitre de Curaçá, onde permaneceu até 1702. no ano seguinte, descobriu ouro em Jacobina e, em seguida, acompanhou Lancastre em inspeção à fábrica de salitre de Curaçá. Decepcionado por não conseguir sesmarias no rio de São Francisco, pleiteou e obteve terras entre o rio Doce e Itacambira onde pesquisou minerais e guerreou contra populações nativas. Por determinação do vice-rei, em 1720 edificou Jacobina, em 1724, Rio de Contas, e em 1725, a estrada de interligação dessas vilas pioneiras nos sertões da Bahia. Nesse mesmo ano, comunicou ao vice-rei Vasco Fernandes César de Menezes (1720-1736), a descoberta por Antônio Carlos Pinto, das minas do rio Paramirim (FRANCO, 1989:207).
2 Ramificação da cordilheira do Espinhaço que atravessa o município de Jacobina de norte a sul, no qual se desenvolveu a atual povoação de Tombadouro do Araújo.
3 Atual povoado de Praça do Jatobá, na serra do Tombadouro, nascente do Itapicuru-Mirim.
4 Atual povoado de Flores, no município de Morro do Chapéu.
5 Curso d´água que nasce nas cercanias de Morro do Chapéu e deságua na Bahia de Todos os Santos.
6 João Peixoto Viegas, neto do português de Viana do Castelo, de nome idêntico, e Bárbara Fernandes; filho de Francisco de Sá Peixoto e Ângela Bezerra. Combateu índios no Paraguaçu com Antônio Veloso da Silva e Francisco Alves Correia, em 1727, quando se feriram no ataque à aldeia de João Amaro. Cinco anos depois, com André da Rocha Pinto e Manoel Queiroz Sampaio explorou ouro em Rio de Contas (CALMON, 1985: 491-494; FRANCO, 1989:438).
7 Município criado em 1864, com território da freguesia de N. S. das Graças do Morro do Chapéu, desmembrado de Jacobina e da freguesia de N. S. da Conceição de Mundo Novo, que se emancipou de Monte Alegre, atual Mairi. Em 1880, a freguesia de Mundo Novo se reincorporou a Monte Alegre.
8 Povoação do município de Morro do Chapéu, limítrofes do atual município de Cafarnaum.
9 Atual povoado de Lagoa das Pedras, no município de Cafarnaum.
Fontes: http://hfnoticias.blogspot.com/2011/05/lauro-adolfo-historia-de-morro-do_31.html
Raphael Rodrigues Vieira Filho em: Jacobina na visão de cronistas, viajantes e cartógrafos
Raphael Maia: Filho do vaquei Hugo Maia autêntico griô (contador de histórias) que viveu quase 90 anos transitando por aquela estrada e passou para seu filho muitas histórias.
ps: fotos by almacks luiz silva.
sábado, 12 de novembro de 2011
Tango, Bolero e Cha Cha Cha, sob direção de Bibi Ferreira,com Edwin Luisi
Ontem foi bárbaro acompanhar essa incrível e divertida montagem teatral, atores de primeira linha, menos o atorzinho que interpreta o "Denis", mas não compromete. Hoje ainda tem e a preços bem populares, ligue para Yabatur Cultural(71 9141-0487 televendas) e receba os seus tkts em domicílio.
Maiores informações: http://yabaturcultural.blogspot.com/2011/11/tango-bolero-e-cha-cha-cha-sob-direcao.html
“A Devolução Industrial” com o Circo Teatro Udi Grudi
No dia 30 de outubro de 2011 valeu muito acompanhar essa companhia, mais uma boa surpresa que presenciei, saiba mais a seguir.
Com direção de Leo Sykes – inglesa radicada no Brasil, que tem em seu currículo cinco anos de experiência como assistente de direção de Eugenio Barba – a montagem traz no elenco os atores Luciano Porto, Marcelo Beré e Joana Abreu, que mesclam a linguagem do circo, da música e do teatro.
“A existência do universo é um mistério abundante. Será que pó de estrelas dançava no escuro durante milhões de anos, até que, num belo dia, surgiram os multicelulares, os peixes, anfíbios, mamíferos, o Homem Sapiens e sua ilustre esposa, a Mulher Sapiens? Esse casal é formado pelos Seres Sabidos da nossa história. Eles inventam muitas coisas: coisas manuais, coisas a vapor, coisas elétricas, coisas brilhantes, coisas terríveis, coisas que criam problemas e coisas que trazem soluções e que povoam o mundo de sons”, dá o tom do espetáculo a diretora Leo Sykes.
Sobre a companhia Udi Grudi...Com 28 anos de trajetória, a companhia fundada em Brasília, já percorreu mais de 15 países e diversos estados do Brasil. Tornou-se conhecida pela pesquisa musical e originalidade de sua dramaturgia. O grupo mescla linguagens do circo, do teatro da música, sempre costurados pelo humor.
Entre os principais prêmios recebidos estão o “The Herald Angel Award 2000” no Festival de Edimburgo” e o “Vila Velha”, em Cuba 2009, ambos como melhor espetáculo. Este ano, o grupo acabou de ganhar o Prêmio Zilka Sallaberry 2010 de teatro infantil, pela inusitada pesquisa de linguagem, no Rio de Janeiro.
Fonte: http://vilamundo.org.br/2010/06/a-devolucao-industrial-com-o-circo-teatro-udi-grudi/
Com direção de Leo Sykes – inglesa radicada no Brasil, que tem em seu currículo cinco anos de experiência como assistente de direção de Eugenio Barba – a montagem traz no elenco os atores Luciano Porto, Marcelo Beré e Joana Abreu, que mesclam a linguagem do circo, da música e do teatro.
“A existência do universo é um mistério abundante. Será que pó de estrelas dançava no escuro durante milhões de anos, até que, num belo dia, surgiram os multicelulares, os peixes, anfíbios, mamíferos, o Homem Sapiens e sua ilustre esposa, a Mulher Sapiens? Esse casal é formado pelos Seres Sabidos da nossa história. Eles inventam muitas coisas: coisas manuais, coisas a vapor, coisas elétricas, coisas brilhantes, coisas terríveis, coisas que criam problemas e coisas que trazem soluções e que povoam o mundo de sons”, dá o tom do espetáculo a diretora Leo Sykes.
Sobre a companhia Udi Grudi...Com 28 anos de trajetória, a companhia fundada em Brasília, já percorreu mais de 15 países e diversos estados do Brasil. Tornou-se conhecida pela pesquisa musical e originalidade de sua dramaturgia. O grupo mescla linguagens do circo, do teatro da música, sempre costurados pelo humor.
Entre os principais prêmios recebidos estão o “The Herald Angel Award 2000” no Festival de Edimburgo” e o “Vila Velha”, em Cuba 2009, ambos como melhor espetáculo. Este ano, o grupo acabou de ganhar o Prêmio Zilka Sallaberry 2010 de teatro infantil, pela inusitada pesquisa de linguagem, no Rio de Janeiro.
Fonte: http://vilamundo.org.br/2010/06/a-devolucao-industrial-com-o-circo-teatro-udi-grudi/
TULIPA RUIZ
Na quinta-feira passada fui ao show da Tulipa Ruiz e sai completamente feliz por entender, compartilhar e celebrar um trabalho tão original e novo, não me lembro de ter visto nenhum artista tão feliz e verdadeiro no palco, minto tinha o TIM MAIA, mas o Cara estava sempre "turbinado" e a Tulipa estava aparentemente de corpo e alma. Amei e recomendo!
Até a próxima!
Vejá em; http://www.myspace.com/tuliparuiz
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Mais uma vez o impressionante Oswaldo Monte Negro!
Após anos sem vir à Salvador da Bahia em "tournê" Oswaldo brindou aos fans no final de semana dos dia 08 e 09 de outubro com sua parceira Madallena, simplesmente extraordinária! Foi um deleite musical, realmente bárbaro!
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